domingo, 4 de dezembro de 2011

O sono veio me provocar me trazer desesperança e esse homem com o rosto coberto de rugas me diz "pare" e eu continuo a andar por entre as rochas embora queira voltar para casa mas a casa parece tao distante que agora me vejo como um quadro pendurado na parede bem aos olhos de uma dama que perdeu recentemente seu cachorro, seu pai, mestiço, luta por um pouco de autoridade enquanto toda a cidade pede bolo. A musica jamais parará, diz o monge, e o arco iris cairá do ceu como o pote de ouro que encontraram lá dentro do labirinto de judas, judas foi partidario palavreador, encontra ou perde-se logo depois de ser quem não pensou jamais que seria pois o filho na escola deixou que lhe ensinassem música e letras e seguiu rumo ao mar, no mar se afogou tal como estrela outrora fora todas as mulheres compatriotas de sua terra. Lá vem ele, envolto em sombras cantar a canção dos mortos que hoje se levantam e gritam "poxa". Amanhã serei finalmente sepultado desejo que tu me visites e me diga com palavras doces "eu sempore te amei, não hoje"!